O MUNDO MUDOU NETES ÚLTIMOS 12 MESES…
O mundo mudou nestes últimos 12 meses, com o aparecimento desta pandemia, deste que está sendo um desafio para a humanidade nos tempos da tecnologia da rapidez das comunicações, inventos de toda ordem, mas, que geram por outro lado algumas distorções que merecem ser pensadas.
Sem a pretensão de esgotar a matéria, mas apenas com o intuito de reflexão, vemos que o distanciamento, as normas de higiene, uso de máscara tem sido a tônica de toda a busca de evitar-se ser contaminado. Alguns seguem à risca, e são taxados de medrosos! Outros, flexibilizam, e infelizmente, ainda temos aqueles que se negam à aderir à qualquer prática visando a não contaminação de si e de outros.
No noticiário, vê-se notícias de todo o gênero, com bailes, festas, aglomerações, descumprimentos de normas legais, entre outras., mas, nesse despretensioso texto gostaria de chamar a atenção para um detalhe que tem sido causa de muito transtorno para quem nele se envolve. É que, com as facilidades de se comunicar via computador, internet e celulares, com reuniões, por plataformas especializadas, surgiu uma nova fobia que se chama “FOBO”, que é o caso do usuário ter medo de estar on line.
Então questiona-se ao terminar a reunião se desligou o vídeo, o microfone e outros mecanismos que se não tomadas as medidas corretamente geram vexames, e até perda de empregos, porque o sujeito desapercebidamente, nem bem termina a reunião, começa falar coisas ou fazer coisas, que está sendo transmitida para o outro lado sem que ele saiba.
Nos Estados unidos, noticiado pela Revista Veja, coisa de dois meses atrás um advogado e comentarista de famosa revista e canal de TV, foi uma vítima dessa situação e perdeu o emprego, terminou a videoconferência e não percebeu que estava sendo transmitido e passou a masturbar-se. Sem que se adentre ao mérito de suas preferências, percebe-se que o fato que aparentemente não geraria nada para ninguém, não fosse a transmissão ao vivo, custou-lhe muito caro.
Por isso, especialistas sobre o assunto tem orientado que se tome cautelas e crie-se rotinas para adentrar e sair de ambientes virtuais, sejam eles de que natureza forem, desde o olhar para saber como está posta a roupa, o cabelo, sem tem objetos atrás das costas no ambiente onde se está, e daí por diante, o mesmo devendo ser feito ao sair do ambiente.